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Anúncios brasileiros no Facebook levam para golpes que roubam dados

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Anúncio do Facebook leva para promoção falsa. (Foto: Reprodução)

O sistema de anúncios do Facebook está sendo utilizado por criminosos brasileiros para a disseminação de sites fraudulentos. Os anúncios são espalhados utilizando-se de nomes de empresas conhecidas. Ao clicar na propaganda, o usuário pode ser redirecionado para sites maliciosos, visando o roubo de dados.

Os golpes

Um dos golpes reportados à Linha Defensiva tenta se passar por um anúncio da Cielo e do apresentador Rodrigo Faro, oferecendo prêmios instantâneos ou em dinheiro. Para que seja possível concorrer aos supostos prêmios, é necessário realizar um cadastro, em que é preciso inserir informações importantes, como o CPF e informações referentes ao cartão de crédito.
A página já foi reportada pela Linha Defensiva, e está atualmente fora do ar.
Outra fraude usando as propagandas tenta se passar por um anúncio do Groupon – sistema de compras coletivas que publica promoções diárias. O golpe promete a venda de um iPhone 4S da Apple por R$ 440,00. Na loja oficial da Apple Brasil, o aparelho não é vendido por menos R$ 1.999 – quatro vezes o valor “promocional”.

Novo Chrome barra instalações de extensões fora de sua Web Store

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A nova versão do navegador Google Chrome trará uma restrição com o objetivo de aumentar a segurança dos usuários. A partir da próxima versão, extensões e apps para o navegador só poderão ser instaladas a partir da Chrome Web Store, site controlado pelo próprio Google.
Essa ação visa diminuir ações maliciosas voltadas aos usuários do Chrome. Com toda a popularidade do browser, criminosos criaram um grande número de extensões maliciosas e as distribuíam em qualquer site, já que não havia um controle direto pela equipe do Google. Muitas vezes essas aplicações eram utilizadas no roubo de dados e controle de usuários, exibição de anúncios falsos, entre outros.
Extensões que não estejam na loja do browser não poderão mais ser instaladas. O Google poderá verificar com sua equipe de segurança todas as novas aplicações que deverão ser adicionadas em sua loja, visando assim diminuir a presença de arquivos maliciosos, além de cadastrar os desenvolvedores das extensões dentro dos seus termos de uso.
Golpes com falsas extensões já foram foram vistos no Brasil na rede social Facebook, onde os desenvolvedores conseguiam “curtir” de forma ilegítima para páginas pré-programadas em scripts, utilizados nas extensões. Esses likes muitas vezes eram vendidos, permitindo assim a criação de receita para o golpista.
Mesmo com a novidade dificultando fraudes, criminosos sempre criam novos métodos e podem começar a atacar outros navegadores ou “mudar de estratégia” para se adaptar à nova restrição.
Além disso, ainda se deve manter cuidado com extensões, mesmo as presentes na loja do Google. Criminosos já hospedaram falsas extensões na Chrome Web Store e as utilizavam em golpes na internet.